
O primeiro filme citado era um super oito, digitalizado de trechos com
cenas familiares. Nele Matheus, que perdera sua mãe enquanto ainda era bebê, conheceu
sua mãe na época da infância dela. Segundo ele, foi o presente mais bonito que
o cinema lhe deu.
O
segundo foi A balada de Narayama, filme japonês de 1983 de Shohei Imamura. Conta a história (final do séc. XIX) de uma
mulher que faz sacrifícios para tornar
melhor a vida de seus dois filhos e nora.
O
terceiro filme citado por ele foi La Luna, de 1979 de Bernardo Bertolucci, que
trata da vida turbulenta de um jovem e a relação com seus pais, especialmente
com a mãe incapaz de educar e impedir que ele se perdesse em caminhos perigosos.
Fui
ao mapa: 3 de janeiro de 1969 em São Paulo (sem horário de nascimento). Eu já
tinha hipóteses, assim como você também deve ter. O aspecto que talvez seja o
principal é Lua em Câncer. Mas ela está em oposição ao Sol em Capricórnio, indicando
uma necessidade de equilibrar questões emocionais e de autoridade no mundo
material. A conjunção de Júpiter e Urano em Libra dá–lhe a percepção da
importância da educação e do conhecimento. Netuno (Escorpião) em quadrado a
Vênus (Aquário) lhe faz sentir a falta do amor nas relações de forma frustrante
passando por ilusões e desilusões. Mercúrio (Capricórnio) em trígono a Plutão
(Virgem) surgiu na fala lenta e cuidadosa, na profundidade das colocações que procurava
a palavra correta e mais adequada ao que interessava ser expresso.

Foi
uma oportunidade única de conhecer a sensibilidade e inteligência de alguém tão
talentoso.